27.4.11

C.O.M.A

Aquele duende!
Colher na mão, o gole da sopa quente
Na mesa o prato, o sal e a pimenta
A oração que alenta.


Duende, Seria a sorte um critério?
Semente um mistério?
Família de sol e vento.
Paraíso sem mar e pensamento.

 Aquele duende!
 Passou e levou meu pente
 Assanhado levei grito
 Veja as fotos, tem sempre alguém bonito.

 Quanto mais encarar
 Espelho pra falar
 Verdades sobre o medo
 Coragem por desejo.

 Coragem, mentira e verdade
 Solidão que mata a curiosidade
 Paz que alimenta o gado
 Aquele que é vagabundo e rejeitado.

 Concentração
 Orgulho
 Malicia.
e Amor.
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