25.8.11

Eu, o visgo.

Quantas folhas irei rasgar
ao tentar descrever o teu sorriso?
Ao tentar surpreender o sonhar
Limpando-me de mim, do visgo?

A saudade atingirá
O terrível medo de ser sensível.
e me sofrerá como o brilho de Ametista
sem poder, indissolúvel.

A recusa é feita pelo dom de proferir
palavras que adoro regar
Palavras de não interferir
No meu louco e ingênuo amar.

O dias de conquista virão
Todos de vez.
Inesperados como o vulcão
Onde houver praia por perto, talvez.

Os dias de amor não cessarão,
pois há vida e sonho,
nossos filhos nascerão,
pois há vida e sonho.
Postar um comentário