12.9.12

Grato Respirar

Um cintilar de estrelas ofuscado por incandescências urbanamente indecentes. Nada substitui o acaso, o ermo, a pluralidade do som da voz que da sutil lembrança torna-se uma mera incerteza para o amanhã. A voz de Deus.
Embora o trato seja para o acaso, uma boa noite se faz com um respirar grato, gracioso, doce. Faz-se num fechar de olhos orbitados no desconhecido, pertencente ao universo, ofertado gratuitamente ao homem. O descanso.
Luz haverá, pois será manhã no mesmo amanhã que os olhos se abrirão e, também, o mesmo o respirar grato, gracioso e doce se renovará.

Paz!
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