11.11.09

Conteúdo

Gostar do som da voz do vento acusa:
O calor de um verão sombrio.
O alvoroço mau costume de um príncipe.
A morte do calor e do acaso.

É a sorte que acaba de entrar na frota:
De porções repletas de ego e solidão.
De grudentas e sadias palavras de miséria.
Da infantil alegria, que na verdade não existe.

Está chegando o momento de pedir perdão:
A quem escuta e precisa do ócio.
A quem não enxerga o próprio coração.
Por quem não corresponde à magia.

Mistérios repletos de ego constroem:
Perdões, palavras, sentimentos, idiotas e mestiços.
Esquece-se do cuidado, eleva-se a dor.
"Que sol escaldante. Uma água, por favor."
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