20.11.09

¿?¡ Quando há demais, na verdade não há !¿?

Não há sorte sem desespero ou ansiedade
Não há morte sem vida ou paciência
Não consegue dizer mais nada?
Coisa da idade.

Noite nua: cheia de risos e calor
Alguns à margem de pirraças
Acima das constantes idas ao banheiro,
Onde não existe o pudor

A cada rosto que confronta-se frente ao espelho
As mãos que tocam a si mesmo
Em desejo a quem atrás da parede encontra-se.
Maldito espelho.

É foda ter que olhar,
Observar os deliciosos passos
Como pluma sobre o terreno novo e reformado
Poderiam imaginar o sexo, o espaço.

Sim, eu aceito.
Beije-me até adormecer
Console-me para que eu não chore
Retire-me da ansiedade. Em teu seio. Eu aceito.
Postar um comentário