1.7.11

Que Não chegue o fim.

Juntar uma galera numa chácara ou fazenda, 03hs da manhã assistindo a um filme pré definido pela galera, um bom som, grama e tapetes, namoricos, silêncio e atenção.

A lua cheia e seu esplendor liberando a sua energia, luminar presente, o artifício cinematográfico.

Emudecidos, todos assistem à obra da sétima arte. O encantador ato de brilhar rostos num fundo branco.

Que tal?

Depois Vinhos, "brigadeiros", "bombons" fechados e muita música. Euforia e alegria. Amor e sexo pra quem é livre. Todos somos livres. Alguns com amores e outros em busca.
Música pra ensurdecer. Sem conversa sobre o filme, pois a festa ainda não acabou.
Está perto de amanhecer e ninguém foi embora. O lindo paraíso da lua era a porta de entrada para um novo dia que queria chegar e trazer o grande sol de volta. E achocolatados estariam, como o sabor doce e o amargo. Sempre assim. Assim sempre...

 Eu quero!

O meu cálice é o jardim florido a noroeste. Ele está embebido de vinho. Eu estou embebecido de vinho e dela. Empanturrado de bombons não quero que chegue ao fim.

Porra, Deus. Me dá um dia desse aí, vai?

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