13.6.12

Cuidado com a noção de amor dos outros.


Há muita gente frustrada com representações falsas.
Se a vida for essencialmente a coisa mais importante para o Homem, então a ressurreição é um mito. Ninguém nasce, ou precisa acreditar que nasceu de novo, apenas conduz a mente a um outro pensamento.
Parábolas que ensinam quase tudo, mas não ensinam a amar, mas a cobrar-se de tudo e levar o outro a pensar que o próprio amor não existe, ou que não merece ser valorizado. Que triste isso.
Penar sobre a terra é achar-se autossuficiente e acreditar que não deve haver algumas adaptações para ausentar-se da solidão e, além disso, é permitir-se à ilusão de, ou passar anos ao lado que alguém que você irá suportar, mas nunca amar, ou acreditar na façanha de conduzir o outro à solidão, fazendo-o menosprezar a conquista, o sonho, o aprendizado e, principalmente, negando-se a entrega. Que triste isso.
Há pessoas que se fecham tanto para o sentimento que viverão suas vidas inteiras sem entender que o que mais importa é perceber-se no meio da multidão e não ser apenas mais um.
Li um questionamento de uma amiga certa feita:
"No meio da multidão quem você enxerga?"
Em meu íntimo respondi:
"A mim e ao meu amor."

Se ontem, aos 15 minutos para o dia de hoje, eu me negasse a mim seria tudo diferente. Resolvi dizer.
Aos 15 minutos para o dia de hoje fucei as minhas lembranças.
Aos 15 minutos para o dia de hoje pedi a Jah que me fizesse acordar bem e senti meu corpo ser conduzido para o meu melhor sonho.
Aos 15 minutos para o dia de hoje descobri que ninguém sabe mais do amor, senão os que se propõem a conhecê-lo e apresentam-se a ele.
Aos 15 minutos para o dia de hoje, percebi que amar é bom, mas para fazê-lo assim é preciso viver. E, então, eu não desisti.
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