13.6.13

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Pulsares de dons invioláveis da humanidade:
A razão, impulso para a força, e a emoção, um impulso para o amor.

Vivemos tempos em que os valores humanos se confrontam com a liberdade de concentrar-se no silêncio.
Através de uma meta paradisíaca, desperdiçamos a chance de avaliar possibilidades bloqueadas ao prazer, forjando em apelo o desinteresse sobre o aprendizado contínuo, no permitir-se estar em uma nova Babel, a viver a beleza do acaso e do encontro, sugando o máximo da utilidade vital num instante de sorrir ou chorar e sentir que não há nada além de vida. Nada além de vida.
Ao passo que a mídia e os grupos de comandos governamentais e religiosos preocupam-se em hipnotizar o mundo com as mesmas ladainhas sobre salvação e caos, assisto à vida de muitos passar como quem não está muito para agir, mas permanecer letárgica, sem ação, razão.
O Ser humano utiliza da razão para mentir, para arrepender-se, para determinar, julgar, castrar, hipnotizar, retirar os girassóis de alguns poucos olhos. Que triste isso
Ao deixar de ser interessante, aquilo que se fazia encanto transforma-se em lembrança de um suposto prazer, uma ou mais histórias a serem vividas, onde os dias se encontram em camadas cerebrais como elementos  de um estado esquizofrênico de enxergar-se num efeito borboleta, pois o tempo e o espaço conversam entre si e mais nada. Entre si e mais nada.
Inevitavelmente!

| Não há histórias que se repitam, alguma igualdade absoluta ou lembranças adormecidas sobre o amor e a bondade. Há o passado sobre o hoje. Basta. |
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