Mostrando postagens com marcador História. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador História. Mostrar todas as postagens

19.8.13

Mais um ano..

E foi assim que aconteceu
Tão saudável quanto eu
Tão sensível quanto a nuvem
Senta, aguarda o teu renascer e vem

Quando os métodos falham
Cabe dormir, aceitar que não prestam
Os melhores conselhos são de bajular
Os bons sonhos são esquecidos conforme o olhar

Sabe, eu sei que tu estiveste aqui
E nenhuma outra sombra  sumi
Os girassóis sabem a direção do sol.
E eu, sempre, à luz da luz, o rol


Mais um ano,
Viva o esplendor dos suspiros e planos,
Tu, eu, assim sem nós
Desatados, como nós.

31.7.13

De um Amor para o outro Amor.

Amor, perdoe-me por ter-te aprisionado.
Em meus braços te carrego novamente, mas quando chorares deixe-me as tuas lágrimas secar sabendo de ti se assim quiseres, não por minha vontade. Caso não tenhas respostas diga-me com os teus olhos se a distância é mais eficaz que esse absurdo veneno controlador que emano a caminho da morte, pois mesmo que de certo a muito custo, diria até tardio, eu reconheça que quase te perdi. Quase, pois hoje eu vejo que posso escolher-te em qualquer forma mística materializada em pequenas oportunidades pautadass de estratégias tão frágeis quanto a fruta mais doce que já provei.
Leia isto, Amor, em meu íntimo, pois não quero mais aprisionar-te em mim, comigo, tampouco ensinar-te a ser-me, mas seja a ti mesmo.
Assim o meu íntimo encontrará o teu no pranto da saudade e da verdadeira esperança de saber-nos da realidade, sendo ela linda como a fantasia que nos envolvia.
Permita-se, Amor, ao verdadeiro silêncio de tua barulhenta aclamação. Não dê ouvidos aos que não sabem de ti, pois além do cortejo há a lembrança, o futuro incerto de nós dois e a intangível face fugitiva do cárcere maldito que eu mesmo criei.
A posse é algo inacessível a ti, hoje eu sei, perdoe-me, pois há vergonha em meu semblante, assim,  queira Deus, eu ter aprendido de uma vez por todas.
A ti não cabe, desculpe.
Estou pronto para ti, pois do meu cheiro conheces o cálice e o gozo e assim me queres.
Amor, me fazer trilhar o caminho da humildade e do reconhecimento a saber do alerta me honra agradecer-te.
Por me permitir escolher-te, obrigado.
Sem dores, aliviado, até a próxima carta.

Para sempre seu,

Amor.

3.6.13

Narcisos

Bom dia. O narcisismo é uma escola de intensidade: Sexo despretensioso, beijos recheados de desejo, línguas, aqui e ali, à vontade em horas, muitas horas de prazer e acúmulo de flores de plásticos e encantos imortais. Network para quem vê a carreira profissional alavancar dentro de certa popularidade, liberdade para quem se acha livre do desamparo e numa elevação de auto estima capaz de suprir qualquer necessidade. O narcisismo promove a constituição de uma imagem de si unificada, perfeita, cumprida e inteira ultrapassa o auto-erotismo para fornecer a integração de uma figura positiva e diferenciada do outro. Quão positivo isto é? Quão negativo isto é? Deixa pra lá...

4.2.13

Mandrágoras

"Para com isso.  Achar que sabe de tudo vai te apodrecer. Para.

O primeiro a te sorrir como o amor o faz, não tornam únicas as poesias de um melindroso conquistador.  Sendo assim, perceba que ninguém manda no pudor. Respeite-se.

O veneno quente nas veias, o choque e a tosse. O pulmão acinzentado e a falta de sorte na manhã dum fingir cochilar.

Então, sob a voz doce, um cochichar aflito de fazer-se temerosa ao enlouquecer meio ao amanhecer com a marcante voz. Disfarce.
Não, não era a minha voz, tampouco eu.

Calabouço aberto. Por alguns dias o vento há de não encontrar alguém longe do inferno que se deseja. Levem apenas muita comida, pois precisa-se mesmo é de algo menos cafona que esse jeito de poetizar o sorriso de quem sorri com a mente noutro universo repleto de mandrágoras.

Respeite-se, poeta. Respeite-se, paixão.

Zele-se nesta couraça passageira, pois a gozação de um duende é pior que a de um homem."

A ilha de Fagos.

O mar detém a sabedoria eterna. O vento e as almas passeiam livremente frente ao semblante nervoso, intraquilo, passivo.

A calmaria da Lua substitui a solidão e, diante da fraqueza dos músculos, promove o descanso da rosa que nasceria na noite mais sombria de todas.

 *******
O jovem e pentelho Troll decidiu conhecer a maravilha que havia no cume de um alto monte de seu vilarejo. Não consistia numa breve expedição afim de simplesmente abrir caminho para novos viajantes, mas se tratava de todo desejo de conhecer, ao longe, seu território, sua morada, os cheiros que por ali passavam.

Decidiu conhecer todo o universo de cores e combinações infinitas. Controlou-se para não maldizer um espinho que entrou nos seus pés descalços, cerca de 3cm adentro. Iniciou então a trajetória mais incrível de sua vida, no contato do seu sangue com o veneno do espinho percorrendo e fazendo estremecer da visão ao suor.
    
   - Pra onde estou  indo? - indagou-se perplexo diante da claridade que se estendia à sua frente.

Reconheceu fadas que voavam e cantarolavam lindas canções, solfejos de flores adornadas com lindas pétalas azuis turquesa e vinho. Galhos de árvores preenchidos de grandes trepadeiras, folhas douradas e frutos de sabores jamais identificados.

         - Estrangeiro, o que faz aqui? - surge uma voz do solo com volume assustador.
         - Quem está aí?
         - Olha pra baixo, idiota!
Seguindo a direção do som, Troll aproxima-se ao máximo da folhagem que cobria a terra e depara-se com um ser humano bem pequeno, tão minúsculo que cabia na ponta dos dedos.
         - O que tá olhando? Nunca viu não? - indagou o homenzinho nervoso.
         - Na verdade não. Onde estou?
         - Na Disney que não é, animal. Este lugar não tem nome. Não precisamos de rótulos. Pense num nome que vem ao seu coração e diga bem alto. assim todos saberão que você está aqui e onde está. Não sou eu quem deve saber onde você vai ou deixa de ir, mas você. Onde você gostaria de ir?
Sentando num tronco de árvore metálico, o confuso Troll leva um tempo para pensar sobre como aquilo poderia estar acontecendo.
        - Qual é, "mermão". Já pensou no nome. Não tenho o dia todo. - Pergunta o homenzinho impaciente.
        - Já sei. Fagos. Ilha de Fagos.
        - Fagos? o que é isso? Como sabe que isso é uma ilha?
        - Não sei. Para mim todos os lugares são ilhas e fagos eu gosto do nome.
        - Muito bem, sr. Ilha de Fagos. Agora me diga. O que quer fazer agora?
        - Saber o que estou fazendo aqui. Eu voltarei pra casa?
        - Esses novatos me irritam - pensou o homenzinho.
        - Você está aqui, meu caro, para conhecer o magnifício e poderoso VOCÊ. É importante que você saiba que este lugar tem coisas maravilhosas e exuberantes, mas também tem seus momentos de fraqueza, onde desejos e sonhos frustrados habitam sua preciosa mente com a finalidade de entender-se. Quer sair daqui? Então, siga-me.

Olhando ao redor, Fagos possuía uma estrutura de floresta, com grandes árvores e plantas, animais exuberantes que ressoavam seus palpites uns com os outros e se agitavam tamanha era o estado atônito de Troll

Trol, embora exemplar, era instável. Sempre procurou estar entre todos os que o cercavam, expondo seu ponto de vista com a incerteza da aceitação de sua opinião. Agora ele estava só, com um homem nanico e  bem estressadinho.

**continua**

Amantes

"O esplendor de poemas incontestáveis sobre a vontade e a saudade d'um amar. Como dói. Corrói.
Algumas malditas palavras ditas desnecessariamente anteciparam a dolorosa e calejada sensação de despedida, eu sei.
 
Ademais, enquanto aquele sorriso mentia para mim, eu já sabia de tudo.
Otário, passado para traz, sentia que eu não estava mais ali, tão cedo havia sido expulso de um sorriso. Havia um amante no sexo, e nos lábios, no olhar, na cura tão esperada que se evidenciava. Dava para ver que não seria eu. Mais uma vez, dava para ver que eu era apenas como um amigo, Pena.
 
Será possível que não disfarçaria só um pouquinho? Será possível que continuaria a olhar para mim assim? Sobre os outros seria mais um aprisionador de almas, um saco que se amarra tentando ser o mais que perfeito imperfeito flutando vazio. Iludido ao acreditar saber voar. Um saco. Vazio e descartável.
 
Enquanto as minhas mãos acariciavam, outro no pensamento, mesmo sabendo não compreendo: Sempre eu saboto o meu destino, por que lastimo? Talvez este não seja ele. Talvez ele não exista. Bipolaridade e esquizofrenia.
 
De olhos fechados, aguardarei outro corpo para enfim me aceitar como um perfeito imperfeito na arte de estar. Bobagem. Eu nunca estou. Insuficiente.
 
Não há do que reclamar, eu tirei/dei o melhor do que só eu sei.
 
A minha vez sentir esta que eu já causei ao deixar de ser otimista: (mesmo por amor)Traição.
 
Experimente um outro fim.
 
Não se preocupe, eu vejo um: 'E viveram felizes para sempre.'   AAAAAAAHAHAHAHAHAHAHA"
 

8.12.12

Mahavishnu Orchestra




Banda criada em 1970 por John McLaughlin (guitarra), e composta em sua primeira formação por McLaughlin, Billy Cobham(bateria), Rick Laird (baixo), Jerry Goodman (violinos elétrico e acústico) e Jan Hammer (piano elétrico, sintetizadores). Essa formação gravou três discos: In the inner mounting flame (1971), Birds of Fire (1972) e Between Nothingness and Eternity, registro do concerto de despedida da banda no Central Park de New York em 1973[2].
No ano seguinte, McLaughlin decidiu experimentar um som mais orquestral e gravou Apocalypse, com a LSO. A formação da Mahavishnu contava então com Narada Michael Walden (bateria, piano, vocais) Ralphe Armstrong(baixo fretless), Jean-Luc Ponty(violinos elétrico e acústico), Gayle Moran (piano e vocais principais), além de um trio de cordas formado por Steven Kindler (violino),Carol Shieve (viola) e Phillip Hirsch (cello). Além de Apocalypse, gravam Visions of the Emerald Beyond e desfazem a formação[2].
Em 1976, McLaughlin, já próximo das sonoridades religiosas hindus, decide fazer uma volta à Mahavishnu "elétrica", convocando Ralphe ArmstrongNarada Michael Walden e o tecladista Stu Goldberg para gravar Inner Worlds, um disco de jazz-rock bastante eletrificado e com boa experimentação eletrônica. Após a participação da banda no Festival de Ealing (Inglaterra), no entanto, McLaughlin arquiva a Mahavishnu [2].
Em 1984, após um longo namoro com o jazz europeu e sonoridades acústicas, John McLaughlin reinventa a Mahavishnu Orchestra, com as participações de Mitchell Forman(teclados), Billy Cobham (bateria), Bill Evans (saxofone) e o menino prodígio Jonas Hellborg (baixo). Gravaram dois discos : Mahavishnu (84) e Adventures in Radioland (87).

Fonte: Wikipedia

15.10.12

Lágrimas Negras

"Belezas são coisas acesas por dentro
Tristezas são belezas apagadas pelo sofrimento"

10.6.12

A Semente das Manhãs.

A prioridade da árvore é ter galhos fortes para  sustentação do fruto. Quando é chegado o momento ele, finalmente, apodrece e morre.
Será que a semente lembra da árvore da qual veio o fruto?
Talvez, não. Mas se for uma boa semente germinará e gerará outra árvore para sustentar outros frutos que também cairão e apodrecerão. E haverá diferença no formato, tamanho, força, durabilidade e, também no sabor dos frutos do porvir.


*
A Alegria, lei e a percepção dos sentidos.
Dos olhos, a Alegria conquistava o horizonte. Dos lábios escorregava a língua e desejava. Dos ouvidos ouvia sussurros do vento. Às mãos carregava uma cesta com frutas vermelhas para o café da manhã ao lado das fadas e coelhos. O mistério mais incrível já visto entre o amor e a espera da fuga de si. um par, um único olhar.
O sorriso de sua alma era como o raio de sol intermitente. Ora folha, ora espaço, ora raio, ora luz.
O sol vive para si, embora criado para iluminar e preencher a escuridão com calor e temor.
Ah, a espera inconsciente pelo amor. Como negar-se a sentir na pele o amargo terror da insônia se o silêncio e as vozes de uma vida inteira sonhada transformaram em tormenta o destino? Como amanhecer sem a certeza das gotas de chuva para refrescar o calor do Sol ao menos por cinco minutos?
A chuva que rega, alimenta e limpa também destrói.
Que meu coração renasça com o amor que perante a mim não tarda a confundir-se intolerante ao fracasso do sonho anunciado.
Onde está o erro? Em amar sem desculpas? Sem motivo dilacerar um desejo com a certeza de que nem o tempo e nem a história serão capazes de me aceitarem como sou?
Infelizmente eu não sou o rei de mim mesmo, porque estou aprendendo a esperar o momento certo para cometer um único grande erro na vida: Morrer. Aprendendo a esperar o momento certo.
Que grande confusão tem sido olhar para o passado e pensar sobre o futuro.
ah, a maldição dos meus olhos vermelhos. Lágrimas com sabor de mar.
Parece cedo, mas é chegada a madrugada e não há sono, nem descanso. Pareço estar esperando brotarem as sementes do amanhecer.
Direi aos filhos do amor:

 - Meu coração está envolto de saudade. Fechem a porta ao partir, mas limpem os pés ao retornarem, pois eu estarei esperando pelo beijo dos vossos sonhos. Aos homens. com a herança do amor e da exatidão que permitam-se à sabedoria dos pêlos contidos na face e que não envergonhem os seus filhos ao saberem a verdade, pois não há nada mais preciosa que a verdade. Que não sejam duros os vossos corações, amem. Às mulheres, lindas e cheias de espinhos, que amem seus parceiros e que não envergonhem a si mesmas, pois os dias são difíceis, mas amar não é pecado, dói um bocado e é uma delícia. À todos, sejam íntegros e, íntegros, mantenham a honestidade como filosofia de vida e permitam-se ao auto conhecimento e à fantasia, pois neles estão contidas a origem da vida e do amor.


Filhos: Como eu os quero.

"Aprendendo a esperar o tempo certo."

8.5.11

Só a paixão pode jogar bem

Baby,
Até quando você vai ficar aqui em meu peito calejando um futuro incerto de nós dois?
Permaneça quieta falante menina com o teu olhar de punição e desejo.

-Vais, assim
Sonhar comigo enfim.
-Vais, no fim
Sonhar comigo assim.

Pois Só a paixão pode jogar bem (2x)

Se conhecem, viram risos, beijo nas mãos, deleites de ofertas malucas.
O andar sensacional desfilando na sala vazia do bar.

A canção te tocou: Percebi, percebi.

Como a primavera dos girassóis, contidos nos teus olhos: Você.

Só a paixão pode jogar bem (2x)

21.6.10

O homem que enxergava Tudo Preto e Branco

Uma História Intrigante
Sob Olhares Matizes
Que deveras sorte
Aguenta o colorido arrogante.

Ser Perfeito é tão bom
e ninguém percebe:
Que igual a mim e você
só diante do espelho.

Como pode algo tão ridículo acontecer
Uma Contrariedade na forma humana Monocromática
A sua Beleza funcionava como um mártir, um galã,
ou um piloto de avião, de forma respeitada e substancial

Desde 07 de agosto, o seu aniversário era
um bolo lindo, uma circunstância de sabores sob olhar monocromático.

Evoluiu a história das cores
Diante do aprendizado de tons quentes e mais frios,
pois só ele enxergava Preto e Branco.

O fogo pôde lhe servir de vermelho, amarelo e laranja
O gelo os tons azúis de um céu cinza
Conheceu o amor e casou-se.
- E nada de transplante -
As imaginações podiam ser coloridas.

2.11.09

Síncope

Começo a analisar
Carinhos para a face rosada
Blue, bastante blue.
OS Olhos vermelhos que acabamos de acordar.

Inchados da noite
Julgados por nuvens
um sol, um domingo estranho
Paz e alegria dos açoites de outrora.

À sombra das músicas
Envelope, Filme, Garagem
Nada de viagens intensas.
Amor e Sex'usicas.

O descuido da beleza que secou.
"- Não atenda, esqueci o meu colírio."
Colherei erva de frangos.
A plantação começou.

Acho que meus dentes vão cair,
E meu cérebro vai derreter
Com você gritando bobagens,
Seja deusa! minha! Não podes ir.

3.9.09

Líquidos e Vapores




Existem inocentes.
Sobrevivem apenas os bons.
O que são jovens morrem
E Dilaceram o preconceito.

Enxergar a sobriedade
É a falta de whisky e cafeína.
Internem as leis e o repúdio
Somos como frutos proibidos.

O céu estrelado à minha cabeça,
A água congela a minha sadia satisfação.
Somos um marco,como Deuses.
Cuidado. Somos humanos.

Eu gosto de sentir o seu cheiro
Lembro do frio e sinto o vapor
Do Cigarro que me aquece.
Você pede e eu não páro.

Sabe, hoje estou tão cansado.
Queria estar deitado, beijando você
Mas estamos ocupados.
Construindo Beijos e abraços, Líquidos e Vapores.