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21.11.13

Reservas do tempo

Há sonhos interrompidos por quem abandona o querer.
Há sonhos realizados e intransponíveis por qualquer razão.
Há verdades que, entregues ao destino, sustentam o poder de tornar suficiente o futuro dos atos deste dito presente.
Choro por não ter condições de desarmar-me mais, pois há muito a ser visto. Há muito a ser visto.
Sinto, acordado, pelos que se foram e nunca mais pude dar a graça de bom dia, sinto pelos que desprezei o calor do abraço, já que assim sentiria a riqueza do afago!
Alegro-me, portanto, de ser este amante, complexo o bastante e saber que num toque sutil sorri.
O que me reservas, tempo?

19.9.13

Dedicatória

Sorri!
O dia é também teu!
O amor assim também o é!
Eu sinto, sim, a tua falta nesse amanhecer que tu te fazes ausente, sinto alegria quando à casa retorno e estremeço quando de sonhos nossos multiplico o amanhã!
Minha linda, você perfuma e poetiza o nosso querer!
Um lindo dia pra ti!

Não esquece de adornar o seu íntimo de vontade de voltar pra casa pra cruzar os teus lábios com os meus. 



Te amo!

19.8.13

Mais um ano..

E foi assim que aconteceu
Tão saudável quanto eu
Tão sensível quanto a nuvem
Senta, aguarda o teu renascer e vem

Quando os métodos falham
Cabe dormir, aceitar que não prestam
Os melhores conselhos são de bajular
Os bons sonhos são esquecidos conforme o olhar

Sabe, eu sei que tu estiveste aqui
E nenhuma outra sombra  sumi
Os girassóis sabem a direção do sol.
E eu, sempre, à luz da luz, o rol


Mais um ano,
Viva o esplendor dos suspiros e planos,
Tu, eu, assim sem nós
Desatados, como nós.

31.7.13

Uffa.

De um Amor para o outro Amor.

Amor, perdoe-me por ter-te aprisionado.
Em meus braços te carrego novamente, mas quando chorares deixe-me as tuas lágrimas secar sabendo de ti se assim quiseres, não por minha vontade. Caso não tenhas respostas diga-me com os teus olhos se a distância é mais eficaz que esse absurdo veneno controlador que emano a caminho da morte, pois mesmo que de certo a muito custo, diria até tardio, eu reconheça que quase te perdi. Quase, pois hoje eu vejo que posso escolher-te em qualquer forma mística materializada em pequenas oportunidades pautadass de estratégias tão frágeis quanto a fruta mais doce que já provei.
Leia isto, Amor, em meu íntimo, pois não quero mais aprisionar-te em mim, comigo, tampouco ensinar-te a ser-me, mas seja a ti mesmo.
Assim o meu íntimo encontrará o teu no pranto da saudade e da verdadeira esperança de saber-nos da realidade, sendo ela linda como a fantasia que nos envolvia.
Permita-se, Amor, ao verdadeiro silêncio de tua barulhenta aclamação. Não dê ouvidos aos que não sabem de ti, pois além do cortejo há a lembrança, o futuro incerto de nós dois e a intangível face fugitiva do cárcere maldito que eu mesmo criei.
A posse é algo inacessível a ti, hoje eu sei, perdoe-me, pois há vergonha em meu semblante, assim,  queira Deus, eu ter aprendido de uma vez por todas.
A ti não cabe, desculpe.
Estou pronto para ti, pois do meu cheiro conheces o cálice e o gozo e assim me queres.
Amor, me fazer trilhar o caminho da humildade e do reconhecimento a saber do alerta me honra agradecer-te.
Por me permitir escolher-te, obrigado.
Sem dores, aliviado, até a próxima carta.

Para sempre seu,

Amor.

23.7.13

Ahhh, foi!

A necessidade de navegar é intensa. Por mais que tenhamos força de vontade e desejo isso não é suficiente para alcançarmos todos os objetivos, por isso o ato de viver é tão intenso. Num dia sorrimos, outro choramos, outro reclamamos, outro queremos estar perto, outro preferimos a distância e assim por diante.

Um sutil aperto de mão, um gesto de loucura, um desenho no corpo, um beijo roubado...

Treze com junhos

Trezes com junhos
o meu amor neste insistir em saudade
a saber das bolhas de sabão
e das mãos e em movimento.

Trezes com junhos.
O tempo
como fumaça tanto dissipado
quanto ora odor, ora aroma.

Bom, bom demais sentir
Treze com junhos
e maçãs e pães
e queijos e manhãs.

8.7.13

Note

Subestime o seu orgulho.
Tente não entender o que aconteceria se, por acaso, nos encontrássemos no meio de uma frenética explosão de sentidos, tente. Seria no mínimo a sublime liberdade que tanto espera-se ao suportar o desejo de ausentar-se dessa coisa insana de maquear o desejo.
Tente acordar, assim, sem pensar um pouco. Não haveria de feitiçaria pra ter, ou suprir, haveria apenas de SER.
Por que ainda sinto essa alegria? Se foi. Acabou. Essa toda melancolia de todas essas palavras, na verdade, demonstram inexplicação só em pensar em algo que se posicione como um belíssimo encontro.
O telefone toca, não você.
A saudade aperta aqui nessa eletromagnética de desejo de aprender a bailar e bailar e bailar e bailar... saber-nos e sermos leves como aquele movimento das mãos, lembra?
Olhos em mim, por favor.
Olha aí, tá batendo forte, tá vendo? Isso aconteceria, agora... Imagine se... né?
O sonho é dançar.

3.7.13

Coisa esquisita de ficar em cima do muro...

Eu não sei
Se habito o hábito
de imaginar-me Rei,
Teu gozo,  teu hálito.

O cigarro aceso
em prazer e beijo
O girassól mesmo
Nos olhos do meu desejo.

Metade vício
Linhas brancas às tuas formas
Copo e whisky ao suicídio
As horas de língua entre às coxas

A falta, a luxúria, a saudade
Que me rege, oh, primícia
A amiga, a íntima, a vaidade, a arte
A arte de nossa malícia.

Hoje eu sonhei o desejo
o apelo, o elo, o beijo
E as lágrimas e a súplica final,
Gozo, olhos fechados, carnal.

Hoje você não sonhou
Nem a história, nem o talvez
Nem eu, nem a merda, nem o enjoo,
Só ele, nem a pílula, nem você.

13.6.13

...

Pulsares de dons invioláveis da humanidade:
A razão, impulso para a força, e a emoção, um impulso para o amor.

Vivemos tempos em que os valores humanos se confrontam com a liberdade de concentrar-se no silêncio.
Através de uma meta paradisíaca, desperdiçamos a chance de avaliar possibilidades bloqueadas ao prazer, forjando em apelo o desinteresse sobre o aprendizado contínuo, no permitir-se estar em uma nova Babel, a viver a beleza do acaso e do encontro, sugando o máximo da utilidade vital num instante de sorrir ou chorar e sentir que não há nada além de vida. Nada além de vida.
Ao passo que a mídia e os grupos de comandos governamentais e religiosos preocupam-se em hipnotizar o mundo com as mesmas ladainhas sobre salvação e caos, assisto à vida de muitos passar como quem não está muito para agir, mas permanecer letárgica, sem ação, razão.
O Ser humano utiliza da razão para mentir, para arrepender-se, para determinar, julgar, castrar, hipnotizar, retirar os girassóis de alguns poucos olhos. Que triste isso
Ao deixar de ser interessante, aquilo que se fazia encanto transforma-se em lembrança de um suposto prazer, uma ou mais histórias a serem vividas, onde os dias se encontram em camadas cerebrais como elementos  de um estado esquizofrênico de enxergar-se num efeito borboleta, pois o tempo e o espaço conversam entre si e mais nada. Entre si e mais nada.
Inevitavelmente!

| Não há histórias que se repitam, alguma igualdade absoluta ou lembranças adormecidas sobre o amor e a bondade. Há o passado sobre o hoje. Basta. |

24.5.13

Um recado.

Um ano para o dia da ausência, a esperança se foi com fotos e lembranças guardadas apenas em universos individuais. Sabe aquela essência que fica entranhada nos poros da pele? Assim é o cheiro dela, algo que não posso deixar de lembrar. Eu queria tanto, agora, poder sentir o toque daquelas mãos sob o meu rosto. Ao menos uma vez. Novamente, só pra eu ter certeza de que eu acordaria feliz, como num domingo em que chorei de saudade e sorria só por saber que tu, pequena, estarias também comigo a sonhar. HAhaha, claro que não passou de um devaneio, como tantos outros. Mas só de pensar que no dia em que quase cruzamos os nossos olhares a tua esperança acendeu a calma sobre o meu espírito sinto paz. A minha paz é saber que pensas em mim, pequena. Mande-me teus sinais, permita-me. Ao menos mais uma vez, pois já passou quase um ano. Sei que é difícil, mas deixa o orgulho de lado. Sei como é difícil (não) pensar em nós dois, ao menos de vez em quando. É Eu sei como é difícil não lembrar, permita-nos. Ai, ai... difícil. mande-me um sinal de saudade.

22.5.13

Vida Útil

Escolhas
As que fiz após ti,
As que farei antes de ti,
As que sentenciei a ti, oh, enfado.

Minutos
deveras eternos
imutáveis
ao engano do fardo engano.

Um fardo à
Mente que pensa.
Fode, pensa.
Mente um fardo.

5.5.13

O beijo

Quando do encontro
dos lábios e das almas,
Dois, recostados no cangote
arrepiavam no abraço.

Nenhum estranho à vista
ou engano e desilusão
sobre falsos futuros,
mas a realidade, sexy e de pernas bambas.

Os olhos e o sorriso
vivos na saudade,
eis:
a manifestação do prazer.

Mais
dos lugares onde os lábios podem tocar
no íntimo do corpo,
da alma que só eu enxergo, mais

Ao prazer,
da vontade do abraço
pelo beijo.
Grato, eu quero, mais.

20.4.13

Quanta

















Um bom momento

vestir-se de si
aceitar quando a saudade
goteja a telha, chuva

Entre talheres solitários
há a poesia
a alegria e o entendimento
de saber-se na ausência

Mera ausência
de si, a tristeza
a chuva, a alegria
perto, no aconchego.

Ah, a chuva...(suspiro)
quanta
alegria
quanta                                       dança...."

15.4.13

irresistíveis na chuva

Deixa - Cibelle | Àlbum: Cibelle(2003)
" É manhã.
Livre.
Uma
Segunda.

Com todos os sons os sentidos perpetuam-se
descansados na beleza do nascer do dia. Fresco. 
' Deixa ser cor de azul de ser você... deixa o tempo passar.'

Ontem te sonhei e foi muito bom.
O melhor sonho. O meu melhor sorriso.
Hoje, outro...sorriso, não sonho.
Muito bom.
 
Da lembrança que insisto carregar.
¡ Eis a melhor fatia
                              ti:
                                  o habitar dos meus sonhos !
¿ Teria tu sido-nos um ?
                             ¿ Eu,
                                nós irresistíveis na chuva!
 
Nós.
Nós na chuva, não tristes.
Nós.
Nós na chuva e em nós."
 

 

21.3.13

Descontrução: a importância.

Importa-me ser importante.
Importa-me ouvir e falar.
Importa-me importar-me.
 

"O silêncio é a recíproca." - ele
"Não, medo, não o somos." - eles


O ar, a saudade, a imensidão... o cosmo.
O desejo na saliva que escorre,

entre elas,
Importa-me.

31.1.13

...Apenas eu...

 
"Bem, a saudade é tão quanto o vento a traz, assim encantam-me as histórias não contempladas pelo tempo que as trouxe. Um ponto de obsessão do próprio tempo. Posse.

Não há treinamento para a paixão. Esta não cabe sequer o que a valha.
 
Prefiro perder a alma alimentado-me de outra paixão a escravizar-me na constante loucura sobre o ocidental amor.
 
Felicidade e apego tem a mesma frenquência e possuí-los não é crime. Rotularam-nos a conquista.
 
Parafraseando, ainda que eu fale a língua dos homens, sem amor, eu seria apenas eu.
 
Cartas à mesa. Desisto, só a paixão pode sabe jogar bem."
 
p.s: | The love is free to anyone, the way you are

26.1.13

| Brightness of my eyes |


Aquele olhar que, um dia trouxe a magia e o encanto, voltará ao seu habitat.
As órbitas que escondem as flores contidas nos teus olhos serão a morada dos sonhos de quase todos os mortais, mas o conhecimento, sobre a tua proteção e afago, permanecerá firme, em mim, como a maturidade de um fruto pronto para o germinar das tuas sementes.
Talvez eu queria permanecer entre os mortais.
E, talvez, o meu sonho sobre a eternidade fará da Lua, cheia, um guia para o teu caminho e o amor estará também lá, como uma estrela ao lado de uma outra que só você enrubesce ao identificá-la: em meus olhos.