31.7.09

O inútil desejo de ser poético para todos...

Eu reconheço:
preciso viver mais.
Talvez longe de todos,
Só porque somos iguais.

A minha linda armadilha
não funciona. Não mais.
Tornei-me fraco e observador,
Calado e Sujo, como um cais.

Cada olhar, cada suposição.
Verde e branca, risos e depressão.
Coisa de momento, talvez.
A Eterna Felicidade.

Cortes e Marcas cheias de acordes,
Eu sou o fruto de um amor de poucos anos.
Fui Criado, moldado e mentido
Sem família pra contar como foi o meu dia.

Largue a minha mão, de vez
Você mentiu pra mim em Seu livro mágico
Engana e enriquece aos cultos
Minha mãe, sim, hoje é feliz. Meu pai também.



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