3.7.13

Oportunidade


Vai, surpreende o desejo.
Quando os amantes se encontram tudo para, paira sobre os tortuosos calos do que não vê.
Sabe aquela paz? Permanece. O hábito consegue ser original em algum tipo de riso, noutros tipos a gente vê a confusão de esconder-se do excesso de engano.
Permita-se, durma fora de casa, proteja e seja a metade sóbria da Oportunidade, porque a metade tola foi citada sem ter sido anunciada.
Tudo consiste em tornar as camadas da visão algo útil, não descartável.
Aquilo que é esquecido pode ser lembrado em certos casos, noutros não
Então, da oportunidade faça uma boa observação não maldade para os olhos, pois "quem com ferro fere, com ferro será ferido", e, assim, não ouse brincar com a força de um olhar apaixonado, ao contrário, o amor é mais um negócio do que a paixão, dada a sua volatilidade.
Morrerei apaixonado, inevitável, mas nascerei todas as manhãs amando o clarão que ofusca os meus olhos sem essa preguiça de viver.
Se a minha oportunidade for flutuar no dengo de rolar na cama ou atender, meu clamor de vida for um cafuné abraçarei, correrei os riscos do efeito contrário dramático.

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